Professora que ocupava dois cargos na Educação de Uberlândia é exonerada após excesso de faltas injustificadas

  • 13/02/2026
(Foto: Reprodução)
Prefeitura de Uberlândia ainda apura valores exatos desviados pela servidora Reprodução/TV Integração Uma professora da rede municipal de Uberlândia foi demitida dos dois cargos que ocupava após 176 faltas injustificadas entre agosto de 2023 e fevereiro de 2025. Isso significa que ela deixou de trabalhar, no total, por quase seis meses em um período de um ano e meio sem justificativas. Além disso, a comissão processante que apurou o caso descobriu que ela se dedicava à escola particular de propriedade da família durante períodos de apresentação de atestados médicos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Na rede municipal de educação, a servidora tinha um cargo de Professor I, Padrão 12, Nível de Qualificação Especialização, e outro de Professor de Educação Infantil e 1º ao 5º ano, Padrão 7, Nível de Qualificação Especialização. A decisão pela demissão da professora foi publicada no Diário Oficial do Município (DOM) no dia 23 de janeiro e as exonerações dela de ambos cargos foram efetivadas na publicação oficial do dia 30 do mesmo mês. Processo apontou mais de 170 faltas injustificadas De acordo com a decisão do Município, a servidora acumulou: 95 faltas injustificadas entre agosto de 2023 e julho de 2024 em um cargo 81 faltas injustificadas entre março de 2024 e fevereiro de 2025 em outro cargo Além disso, o Núcleo de Perícia Médica informou no processo que a servidora não compareceu à perícia referente a um afastamento solicitado entre 10 de julho e 9 de agosto de 2024. Outros pedidos foram indeferidos por estar fora do prazo legal ou por avaliação médica que confirmou capacidade para o trabalho e a administração municipal orientou o retorno às atividades. O relatório também apontou que, ao longo da carreira, a professora já havia acumulado 415 dias de licenças para tratamento de saúde deferidas anteriormente. Servidora admitiu ausências sem atestado Em depoimento pessoal, a própria servidora reconheceu a inassiduidade, admitindo que em algumas ocasiões não tinha atestado médico e, em outras, optou por não comparecer ao trabalho por não se sentir em condições de exercer suas funções — mesmo após a Junta Médica ter negado os pedidos de licença. A comissão concluiu que houve descumprimento deliberado do dever de assiduidade e que a servidora tinha plena consciência de que seus afastamentos não tinham respaldo legal. LEIA TAMBÉM: Assistente social é demitida por fraude e desvio de dinheiro em Uberlândia; Prefeitura investiga envolvimento de outros servidores Veja o que agentes públicos municipais de Uberlândia não podem fazer em 2026, ano eleitoral Servidor exonerado por atestado falso apresentou documento para trabalhar uma semana em outro lugar Servidora que faltou quase metade do ano é exonerada pela Prefeitura de Uberlândia Servidora admite ter pago R$ 600 a professora por diploma falso e Prefeitura de Uberlândia mantém cassação de aposentadoria Servidores da Prefeitura de Uberlândia são reprovados no estágio probatório por excesso de faltas não justificadas Servidora é exonerada após apresentar atestado médico de dois dias rasurado ASSISTA: Volta às aulas mobiliza escolas públicas e privadas em Uberlândia Volta às aulas mobiliza escolas públicas e privadas em Uberlândia VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

FONTE: https://g1.globo.com/mg/triangulo-mineiro/noticia/2026/02/13/professora-que-ocupava-dois-cargos-na-educacao-de-uberlandia-e-exonerada-apos-excesso-de-faltas-injustificadas.ghtml


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